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Como abrir a janela Playback Engine no Pro Tools, quando ele mesmo não abre.

Seu Pro Tools 10 não abre mais porque aquele driver esquisito ou aquela interface de áudio duvidosa que você instalou corrompeu tudo? 

Calma! tem um jeito legal de resolver isso!

Às vezes o Pro Tools não abre por conta de problemas com sua interface de áudio, muitas vezes relacionada ao driver, mas também pode não abrir porque o Buffer Size está ajustado em um valor não compatível e a mensagem de erro indica que a janela Playback Engine deve ser visitada para que se ajuste as suas configurações, mas como é possível acessar a janela Playback Engine nestas situações se ela fica esmaecida e a única opção é fechar o Pro Tools e o erro fica aparecendo toda vez que o Pro Tools abre? 

Fácil, faça assim:

1. Feche o Pro Tools.
2. Clique no ícone de Pro Tools para ele abrir.
3. Enquanto o Pro Tools vai carregando, exibindo aquela caixa com a barra de status, mantenha pressionada a tecla "N" do teclado do computador.
4. Quando o inicializador do Pro Tools chegar no estágio de carregamento da DAE (Digidesign Audio Engine) ele irá parar e abrirá a janela Playback Engine para você poder fazer ajustes!
5. Pronto! Ajuste o campo que está corrompendo a inicialização do Pro Tools trocando a interface de áudio ou seu driver na primeira caixa ou ajustando o Buffer Size para um valor válido na caixa H/W Buffer Size.
6. Pressione OK. Seu Pro Tools continua a inicialização e abre.

7. Seja feliz!


My new friend: Martin Backpacker


This is my new friend, a sympathetic Martin Backpacker. This little instrument I brought home from Boston, when I were there last year to attend a course at Avid. When I saw this little one at the local Guitar Center I was immediately struck and bought it right away. There were two, but this one made a connection with me through its rougher grains and deep black scale. 

Yes, it does not have much bass, but this is the way it exists. I sanded the tailpiece a bit to ease the strings hight and now it has a perfect action. I use the recommended low tension strings (Martin). 
This instruments, along with its mysterious beauty, has a very accurate tuning throughout the whole scale and harmonics are very present, which enriches the sound. In the beginning I struggled a bit on trying to hold it securely to free my left hand, but now I have learned two ways to hold it tight so it does not request a strap when seated. One way is to gentle sit the lower part of my right arm on its body while it stays by my side, pictured above. The other one is to sit it on my lap and have its rear body against mine. This is an incredible instrument and I love it very much.

Homemade Jam










2013, o ano dos tecladistas.


Realmente este ano o cenário está bom para os tecladistas e acho que está ressurgindo uma nova onda de instrumentos diferentes. São um misto de características retrôs, como monofonia e circuitos analógicos, mas ao mesmo tempo alguns trazem uma saturação apimentada, muito provavelmente influenciada pelo DubStep, que eu particularmente não sou muito fã, mas infinitamente aplicável em qualquer outro estilo. Obviamente nem todos.

Moog Sub Phatty
  
Logo no comecinho do ano (no finalzinho do ano passado já se falava nele) apareceu o Moog Sub Phatty, provavelmente o sintetizador mais acessível da Moog, mas que mesmo assim não sai por menos de 1000 verdinhas americanas. O Moog Sub Phatty é um sintetizador monofônico de 25 teclas com dois osciladores cada um com o clássico controle variável de forma de onda desde triangular até Sample and Hold, gerador de ruído (quase rosa) um suboscilador e o clássico filtro Ladder (LPF) da Moog, resumindo: Eu quero um! O lance interessante é que ele tem o circuito de produção de som 100% analógico, mas todos os controles emitem sinal MIDI e tem segunda função, meio parecido com seu irmão Little Phatty, e, portanto, pode ter presets salvos no próprio instrumento e também receber comandos MIDI de automação vindas do Live, por exemplo, graças a sua conectividade USB. O som me pareceu muito bom nos vídeos que assisti, mas fiquei preocupado com uma coisa: O Cyril Lance, o engenheiro chefe da Moog, disse que os osciladores e o filtro são diferentes de tudo que já foi criado até agora pela empresa, ou seja: não deve ter a mão do Bob, já que ele se foi em 2005 e o último projeto dele foi o Little Phatty, mas o Cyril me pareceu uma pessoa sensível e, como ele se formou em física, toca guitarra, trabalhou em projetos militares nos Estados Unidos e foi pessoalmente escolhido pelo Bob para ser seu substituto, quem sou eu para argumentar coisa alguma? Conclusão: Quero um assim mesmo!

Segura: O "Tchan" do Sub Phatty, além de ter um suboscilador que lhe dá o nome, é o recurso Multidrive, que dá aquela saturada clássica daquele "erro" de projeto, mas vai além e passa claramente ao caráter característico de nossa época e que não existe em nenhum outro sintetizador vintage, portanto é moderno, mas antes que seus botões passem do número 6 (aliás alguns vão ao 12) o Sub Phatty é perfeitamente capaz de produzir aquele som clássico Moog, passando dos leads aos percussivos.

Quando vi o Sub Phatty pela primeira vez na vida eu achei que ele era o sintetizador mais lindo que eu já tinha visto no mundo. Depois quando descobri que ele tinha um gerador de ruído fiquei ainda mais animado. Depois de ouvir e ver centenas de review (inclusive as melhores de todas são do Sr. Amos Gaynes da própria Moog que não sei ao certo se é humano, de Vulcan ou o irmão mais esperto do Sheldon Cooper) estou convencido que esse é o sintetizador mais importante, charmoso e expressivo de todos desde o minimoog. Só me resta comprovar pessoalmente quando chegar o meu, sabe-se lá quando...

Arturi Mini Brute
Este ano também apareceu o MiniBrute da Arturia, que ainda não comprei, pois caiu a ventoinha do radiador do meu carro, fora outros probleminhas, que me custaram praticamente o seu preço. O Mini Brute também é um sintetizador monofônico interessante, inclusive no quesito preço, daí ser a minha primeira opção dessa nova geração. Ele tem um oscilador apenas, mas tem um suboscilador. Há faders para abrir o som das diferentes ondas, incluindo ruído, um filtro Steiner Parker desenhado pelo próprio Nyle Parker e revisado por ele mesmo e seu diferencial é o arpejador e o amplo recurso de saturação, chamado Brute Factor. Pode-se dizer que é possível fazer qualquer som para música eletrônica, pop ou rock com ele, mas estão nos Leads agressivos o poder desse menino. Com conectividade USB esse sintetizador pode mandar sinal MIDI polifônico com sensibilidade à velocidade sendo um grande aliado na produção musical eletrônica com computador. Nada que o Sub Phatty não faça, sem querer ser tendencioso...

Korg MS-20 Mini

Daí veio o Korg MS-20 mini. Os japoneses lá na Korg devem ter dito: - 我々は再びMS-20を起動します?Fizeram isso, mantiveram todos os recursos clássicos do MS-20, incluindo o patchbay, só que dessa vez a conexão é via cabinhos amarelos com coenctores P2 e o teclado diminuiu de tamanho (86%), mas mantiveram as características dos osciladores e filtros do original. Até a voltagem de 5V do circuito foi mantida. É o mesmo sintetizador, só que menor. Qual a consequência que esse lançamento traz? Minha conta bancária vai ter que diminuir ainda mais, pois não posso deixar o SubPhatty e o MiniBrute sem amigos.

King Korg


A Korg também lançou um sintetizador moderno, o King Korg. Esse tem aquele circuitinho valvulado "paia" de baixa voltagem que garante uma saturação homeopática, mas o som que sai desse teclado é incrível! Super moderno, mas o probelma é que a maioria dos sons dele vindo dos presets já foram usados em centenas de hits, portanto se você quer fazer cover está perfeito, se você quer criar coisas novas, melhor pegar os monofônicos citados acima. Esse vou deixar passar.

Novation Bass Station II
A Novation também deu seus pulinhos e lançou na Musikmesse o BassStation II. Particularmente não fiquei muito excitado por já conhecer o Bass Station original, mas esse parece que ganhou esse revamp atual com o "gritiness" embutido, mais alguns recursos interessasntes, mas, para a falar a verdade, vou dar um bypass nele também. Quer saber? Eu não reclamaria se ganhasse um.

Prophet 12
Falar do Dave Smith é fácil. Mais fácil ainda é falar do Prophet, teclado que marcou o Rock e o Pop no mundo em pelo menos 3 décadas. Agora o próprio lúcido e espetacular Dave Smith criou o Prophet 12, com 12 notas de polifonia, 5 osciladores, filtros, arpejador e efeitos, sem mencionar toda uma vasta gama de possibilidaes de modulação. Som? Como dizem os americanos: Earth Shattering! Mais algum adjetivo é necessário? Quem não quer um Prophet? Eu quero! Qual banco está com a melhor taxa de juros mesmo?

Nord Lead 4

Opa, esse sim também está na minha lista, mas seu preço nada amistoso faz ele balançar para o lado negro da força. Agora o Nord Lead 4 tem efeitos e arpejador que se sincronizam ao BPM definido e três curiosas teclinhas de morph que permitem o usuário migrar para diferentes setups na distância de um apertar de botão, legal, mas não vi um glide para esta função e não sei se me interessa uma mudança repentina de som, pode soar como uma mudança errada de preset, sei lá. Credo, que comentário mais careta. Com certeza é um recurso interessante e daí que muda repentinamente? O som é bem legal (para um sintetizador digital). Nord né, mas ele aparece abaixo do Virus Ti na minha lista. Eu compraria a versão Rack.

Volca Series



A Roland que deveria ter lançado essa série, quem sabe logo mais ela aparece com uma nova TR-808 e suas colegas? Bem, essa série espetacular da Korg, empresa que está literalmente arrebentando no quesito teclados, workstations e sintetizadores traz a série Volca que tem um sintetizador específico para Baixo (Volca Bass) com um TB invisível em seu chassi, outro para bateria que tem um TR disfarçado no logo (Volca Beats) e um sintetizador polifônico inspirado no MiniKorg 700s de 1974 (década boa viu..) chamado Volca Keys. Todos são portáteis, analógicos, têm som incrível, lindos, cheios de recursos simples e avançados e o melhor de tudo: baratinhos! Bem baratinhos! Tipo 150 dólares cada. Quero todos os três, LOGO!

A lista
Aqui vai a lista com os 10 sintetizadores que julgo serem os mais interessantes desses últimos anos e note que a maioria foi lançada nesse ano:

1. Moog Sub Phatty
2. Arturia Mini Brute
3. Korg MS-20
4. Dave Smith Prophet 12
5. Access Virus Ti
6. Nord Lead 4
7. Dave Smith Mopho
8. Korg Volca (todos os 3)
9. Teeenage Engeneering OP-1
10. Yamaha Tenori-On.

Obviamente não podemos querer (e nem podemos) ter tudo, pois o mundo não funciona assim. Eu não posso reclamar se não tenho essa lista aí de cima, já tenho muitas coisas que me deixam feliz e me levam a lugares que só a arte pode levar, mas um Moogzinho cairia bem e não seria nenhuma loucura. E os instrumentos virtuais, você deve estar se perguntando? Eles são substitutos viáveis sim e custam muitas vezes menos, claro! Tivemos o lançamento do iMini da Arturia que é o minimoog para iPad que é bem legal, o Komplete 9 com trilhões de possibilidades sonoras e mais mil outros, mas acredito no que o Bob Moog diz: Tem gente que consegue se conectar com o que acontece dentro das placas e circuitos analógicos. Não uma conexão física, mas algo que gira entre a cabeça e o instrumento. E me permito ir mais além: A gente se conecta com tudo, violões, microfones, prés e principalmente às coisas que gostamos, mas um sintetizador analógico vivo é uma experiência única. Eu entendo eles.

Pro Tools 11 e Strip Silence

Agora que o Pro Tools 11 ganhou o processamento dinâmico de plug-ins nas pistas através da nova funcionalidade Dynamic Host Processing, descrita aqui, ficou muito mais evidente o uso da ferramenta Strip Silence. Saiba como usá-la para cortar fora os silêncios e ganhar processamento:


Strip Silence
Este comando funciona similarmente a um gate, só que ele extrai as partes silenciosas de um clipe criando clipes menores. Podemos, inclusive, manter os silêncios em vez do áudio, mas realmente não sei ao certo para qual finalidade. De qualquer forma, esta funcionalidade é útil para encaixar efeitos sonoros na sessão ou extrair partes silenciosas ou com ruídos de fundo durante pausas em locuções.
Para aplicar o Strip Silence em um clipe, selecione-o e abra a janela do Strip Silence através do menu Edit. Ajuste o slider do Threshold até obter as caixas de seleção que demarcam as partes que irão permanecer. Clique em Strip para excluir os trechos de áudio abaixo do Threshold ou pressione o botão Extract para mantê-los e apagar o que está acima do Threshold. Se quiser apenas separar os diferentes trechos, clique em Separate. Talvez seja necessário usar a ferramenta Trim ou Fade para dar uma acertadinha nos inícios e finais dos clipes resultantes. Veja o antes e depois no Pro Tools 9:

Antes: 

Depois:

Pro Tools 11


A Avid acaba de divulgar as informações de seu novo Pro Tools, a versão 11. Enfim o software mais utilizado no mundo para produção de áudio em música ou pós-produção agora vai rodar em 64Bits e vai poder usar toda a RAM que há disponível na máquina onde está instalado. Isso significa que o processamento geral melhora enormemente, principalmente para sistemas que não contam com DSPs, como HD Native. Veja abaixo as principais características desse novo lançamento:


Processamento nativo em 64Bit
A DAE foi descontinuada, surge a AAE (Avid Audio Engine) = Mais processamento.
O Pro Tools 11 é um novo applicativo, refeito do zero.
Aplicativos em 32Bits acessam por volta de 3Gb de memória, em 64Bits teoricamente ainda não temos a quantidade de RAM disponível em nenhum sistema (excetuando mega servidores) que chegue ao limite. Isso significa que projetos muito complexos que pediam sistemas múltiplos de Pro Tools integrados agora podem ser rodados em um único sistema, ponto positivo para o pessoal de cinema e vídeo.

Offline Bounce
Até 150x mais rápido que o Bounce normal. 100% Sample accurate. Perfeito para podcasts e broadcasting. A cada Bounce offline gerado o resultado é sempre idêntico a ponto de ser verdade o teste de pegar um Bounce online e um offline com fase invertida e somar ambos para que o resultado final seja um cancelamento completo de fase, resultando em silêncio. Especialmente útil para a produção dos stems em broadcast, como diálogos, comentários, efeitos e dublagem em outras línguas. As automações são 100% corretamente calculadas, pois têm timestamping igual a dos clipes de áudio. É possível também fazer múltiplos Bouces offline simultâneos, como uma para a mixa de bateria, outro só com o instrumental, outro com os vocais, outro em mp3, etc. Infelizmente até este momento os plug-ins da UAD-2 ainda não funcionam com o Pro Tools 11, mas os proprietários dessa plataforma talvez poderão se beneficiar deste recurso se houver uma versão AAX Native na hora do processamento offline, mas teremos que aguardar a tecnologia estar presente para confirmar.

Track Freeze
Não propriamente uma função nova, mas uma técnica. É possível escolhar um stem específico no Pro Tools para fazer o Bounce offline e depois reimportar o conteúdo para a sessão automaticamente e desabilitar a pista do instrumento virtual, um track freeze disfarçado.

Input e Output buffer
É possível ter um buffersize de 32 samples para ter uma latênica reduzida, mas ao mesmo tempo um buffer de saída de 2048, que é ajustado automaticamente. Isso ajuda na monitoração de baixa latência usando-se plug-ins.

Automação precisa
Nem sempre a automação acontecia no tempo certo, mas agora toda informação das automação tem timestamping, assim como os clipes de áudio e sempre ocorrem exatamente no instante definido.

Workspace nova
A busca está muito rápida, basta digitar um assunto e a lista começa a aparecer. A busca é feita enquanto você digita.

Automação durante gravação
Quem mixa em tempo real em shows pode curtir! Agora dá para gravar automações enquanto pistas estão  sendo gravadas ou armadas para gravação. Outra opção de uso é para o pessoal de pós-produção onde se está gravando e manipulando os faders ao mesmo tempo. A automação pode ser convertida em clip gain (desde versão 10), o que facilita o delivering para os diferentes setores da pós-produção.

Dynamic host processing
Encontra-se na caixa settings da janela Playback Engine. Este recurso ativa-se quanto não há sinal de áudio em pistas que contém plug-ins (onde há um espaço) retirando o uso de CPU desta enquanto o playhead passa por uma área que não contém clipe algum, assim o plug-in não fica ocupando recurso de processamento sem processar nada. Ótimo para quem não tem hardware HD ou HDX. Se há silêncio na pista dentro de um clip o Plug-in permanece em estado de processamento e ocupa recursos, portanto agora é necessário ter uma postura mais criteriosa com as fronteiras dos clipes.

Melhores Faders e várias opções de medidores
Faders 30% mais altos na Mix window e 17 diferentes medidores que cobrem praticamente todas as opções de escalas de medição em todos os estandards de áudio e de vídeo. Um novo medidor de redução de ganho ao lado do medidor da pista pode indicar a redução de um determinado plug-in de processador de dinâmica nesta pista ou a combinação de vários plug-ins de processamento de dinâmica nesta mesma pista (recurso presente apenas na versão HD 11). Os canais Master podem ter medidores diferentes dos medidores das demais pistas. Há novos mini medidores em cada slot de send e insert, com a possibilidade de se exibir o fader da mandada para cada send. Os plug-ins de processamento de dinâmica oferecem um medidor de redução de ganho e é possível até esconder o fader principal da pista.

Novas teclas de atalho
Agora é possível bypassear todos os inserts (Shift + A) ou somente os 5 primeiros slot (Shift + 1), ou todos que estão em uma mesma linha, ou apenas os processadores de dinâmica, somente os reverbs, etc.

Video em HD
O motor do Media Composer está integrado ao Pro Tools.
Adicionar e editar vídeos de vários formatos em alta definição (XDCAM, avid DNxHD, etc) sem transcodificação é novidade. Compatibilização de inúmeras interfaces de vídeo, como as da avid Mojo DX, Nitrus DX, AJA e Blackmagic em uma lista extensa em um futuro próximo. Opção de tocar rapidamente entre a versão Proxy de baixa qualidade e a versão full para poder fazer a checagem de algum detalhe importante. É possível editar vídeo de forma básica no Pro Tools.

RTAS não funciona mais no Pro Tools 11
Mas as versões 10 e 11 podem coexistir na mesma máquina e uma licença do 10 será dada gratuitamente ao usuário da versão 11.

Gráficos melhorados
 Agora todas as janelas e detalhes do Pro Tools são compatíveis com Retina display

Preço melhorado
Dados às circunstânicas da mudança entre a versão 10 para 11 ter alocado um trabalho imenso de vários anos, agora a atualização está a um preço muito melhor do que foi a atualização do 9 para o 10.

Complete Production Toolkit 2 não exite mais
Não é possível adquirir a versão HD sem o Hardware HD, mas usuários podem adquirir o upgrade de Pro Tools HD para quem tiver o Pro Tools 10 e mais o CPT2.

Upgrade gratuito
Quem comprou o Pro Tools no dia 7 de abril de 2013 ou depois recebe o upgrade gratuito para o 11.

Outros recursos incluem:
Acesso rápido à criação de pistas
Metrônomo com plug-in novo Click II
Indicação real de saturação
Tansport Fade-in
Tecnologia avid Satellite integrada (não é mais um opcional pago)
Suporte à multiplos núcleos de processamento (Multicore)
Instalador simples do tipo Drag & Drop
Co-instalação com Pro Tools 10.3.5
Presets de plug-ins através de clique com o botão direito
Novos plug-ins AAX em 64 Bits
Suporte para instrumentos virtuais que necessitam de acesso intenso à RAM
Customização de medidores, incluindo 17 escalas predefinidas
Medidor de ganho de redução integrado ao medidor
Novo protocolo Eucon 3.0

Algumas respostas:
O Pro Tools 11 não aceita o iLok antigo (azul ou vermelho), apenas a versão nova (iLok 2)
As interfaces da linha azul irão funcionar, mas não serão homologadas oficialmente
As placas Accel não funcionam com o Pro Tools 11
As superfícies C|24, D-Control, D-Command e Artist Series (incluindo a primeira linha Euphonix) serão compatíveis.
A superfície de controle Control|24 não é oficialmente qualificada, mas deve funcionar.
A linha 002 não funcionará com o Pro Tools 11
Plug-ins RTAS não funcionam com o novo Pro Tools 11
Plug-ins AAX de 32-Bits não funcionam com o Pro Tools 11
Plug-ins UA UAD-2 talvez possam ser usados durante um Bounce Offline
Não é compatível com OS X Lion, requer ao menos o 10.8.3
Compatível apenas com Windows 7 e 8